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Celebridades |
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| Samuel
Rosa |
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Samuel
Rosa
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Samuel Rosa
de Alvarenga.
15/07/1966, em Belo Horizonte. |
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| Última entrevista |
Rodrigo Brinko
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| Atualmente é residente das festas SENSE em Ibiza e SENSE TOUR , por toda Europa e Brasil. |
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Esposa:
Ângela
Formação:
É formado em psicologia.
Defeito:
"Sou sistemático"
Lugar para morar:
Belo Horizonte.
Hobbies:
Ver TV, jogar futebol, ir ao cinema, comer fora.
Prato preferido:
Feijão tropeiro, com torresmo e feijoada.
Melhor livro:
"Cartas a um Jovem Poeta", de H. Maria.
Melhor filme:
"O Incrível Exército de Brancaleone".
E, afinal, sobram motivos para a comemoração. São dez anos de
carreira, sucesso ininterrupto junto ao público, credibilidade
junto à crítica, quase cinco milhões de discos vendidos, incontáveis
hit-singles, e um trânsito internacional que lhes areja artística
e conceitualmente. E tudo isso conseguindo o difícil equilíbrio
entre a manutenção de suas convicções originais e a liberdade
para experimentar estilos e sonoridades a cada novo trabalho.
O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte, a mesma cidade brasileira
que deu ao mundo Milton Nascimento e Sepultura. Ao centro da
harmonia de um e a energia de outro, o grupo começou movido
pelo interesse em transportar o clima do dancehall jamaicano
para a tradição pop brasileira. Lançou seu primeiro álbum de
forma independente - mas o sucesso underground despertou o interesse
da poderosa Sony Music que, com a banda, inaugurou no Brasil
o selo Chaos. Seu segundo disco, de 1994, foi o trampolim para
o estrelato: mais de 1 milhão de cópias de Calango e top-hits
como "Jackie Tequila" e "Te Ver". O álbum
abriu as portas para uma nova geração de bandas brasileiras
atentas às novidades do rock mundial e, ao mesmo tempo, curiosa
com as raízes da tradição local.
O disco seguinte foi ainda mais longe (tanto em sua missão de
fusão quanto em seu sucesso comercial): O Samba Poconé levou
o grupo a se apresentar na França, Estados Unidos, Chile, Argentina,
Suíça, Portugal, Espanha, Itália e Alemanha, em shows próprios
ou em festivais ao lado de Echo & The Bunnymen, Black Sabbath
e Rage Against The Machine. O single "Garota Nacional"
foi um sucesso monstruoso no Brasil e liderou a parada espanhola
(em sua versão original, em português) por inacreditáveis três
meses - a canção foi o único exemplar da música brasileira e
integrar a caixa Soundtrack for A Century, lançada para comemorar
os 100 anos da Sony Music. Os discos da banda ganharam edições
norte-americanas, italianas, japonesas, francesas e em diversos
países ao redor do mundo.
Enquanto O Samba Poconé chegava a quase 2 milhões de cópias
vendidas no Brasil, foi convidado a representar seu país no
álbum Allez! Ola! Olé!, disco oficial da Copa do Mundo de Futebol
de 1998.Inquietos artisticamente, o Skank não se acomodou com
o êxito. Sua música passou a equalizar as origens eletrônicas
com novas influências psicodélicas e acústicas - reveladas nos
álbuns Siderado (mais introspectivo e maduro) e Maquinarama
(mais colorido e lisérgico).
E o sucesso não arrefeceu: vieram mais hits radiofônicos, como
"Resposta", "Saideira" e "Balada do
Amor Inabalável" - esta com ecos de Sergio Mendes em climas
cyberpunk. É a mesma versatilidade que permite ao grupo gravar
ao lado de Andreas Kisser (Sepultura), Manu Chao, Uakti ou Jorge
Ben Jor e arrancar elogios de Stewart Copeland por sua versão
de "Wrapped Around Your Finger", incluída no tributo
latino ao Police, Outlandos D'America. Uma polivalência de quem
não revela amarras senão com o pop perfeito e com a energia
para levantar a multidão. Como, aliás, está registrado, em CD
e DVD, no recente Ao Vivo Ouro Preto, lançado em setembro de
2001, já com 800 mil cópias vendidas. A comemoração não pára. |
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